Por que a Smart Fit se inspirou no GymRats, Strava e até no Tinder?
Muitos bares estão perdendo espaço para os exercícios físicos entre os jovens de 15 a 25 anos. A geração que entrou no mundo fitness motivada por influenciadores da mesma idade que eles está direcionando o dinheiro que antes ia para bebidas direto para mensalidades de academias, suplementações e acompanhamento especializado, e foi aí que a Smart Fit entrou na jogada.
De 2019 para cá, a Geração Z passou a ser a que mais investe em atividades físicas e a academia inteligente vem direcionando suas ações promocionais em cima disso. Seu novo recurso Social reúne perfis, grupos de interesse, desafios coletivos, feed de treinos e chats entre alunos. Tudo no mesmo aplicativo usado por 5,2 milhões de pessoas, que antes servia apenas para monitorar os treinos.
Esses mesmos recursos já existem em outros lugares. A Smart apenas juntou funcionalidades que fazem sucesso em apps como o Strava, o GymRats e até no Tinder de forma isolada, aproveitando o número exorbitante de alunos que tem em mais de 2 mil unidades físicas em 16 países. Com isso, a interação digital tem mais chances de funcionar, apesar da baixa adesão até o momento.
De acordo com o 12º Relatório Anual de Tendências Esportivas do Strava, 39% dos jovens da Geração Z fazem do esporte uma maneira de encontrar pessoas com interesses em comum, comparado à Geração X. Além disso, 46% já marcaram encontros durante treinos. Em 2025, o número de novos clubes no Strava quase quadruplicou, atingindo um milhão.
De 2019 para cá, a Geração Z passou a ser a que mais investe em atividades físicas e a academia inteligente vem direcionando suas ações promocionais em cima disso. Seu novo recurso Social reúne perfis, grupos de interesse, desafios coletivos, feed de treinos e chats entre alunos. Tudo no mesmo aplicativo usado por 5,2 milhões de pessoas, que antes servia apenas para monitorar os treinos.
Esses mesmos recursos já existem em outros lugares. A Smart apenas juntou funcionalidades que fazem sucesso em apps como o Strava, o GymRats e até no Tinder de forma isolada, aproveitando o número exorbitante de alunos que tem em mais de 2 mil unidades físicas em 16 países. Com isso, a interação digital tem mais chances de funcionar, apesar da baixa adesão até o momento.
O esporte se tornou o novo Tinder
De acordo com o 12º Relatório Anual de Tendências Esportivas do Strava, 39% dos jovens da Geração Z fazem do esporte uma maneira de encontrar pessoas com interesses em comum, comparado à Geração X. Além disso, 46% já marcaram encontros durante treinos. Em 2025, o número de novos clubes no Strava quase quadruplicou, atingindo um milhão.
"Conhecer alguém pelo Tinder é meio constrangedor. No Strava, é só algo que aconteceu naturalmente", comentou uma corredora em entrevista sobre o tema ao UOL. O Tinder e o Bumble perceberam essa tendência antes da maioria das academias e passaram a incluir atividades físicas nos perfis como uma forma de conectar usuários.
A fadiga gerada pelos aplicativos de relacionamento, seja pela quantidade de opções, conversas que esfriam na terceira mensagem ou o estigma do match, é o que está levando essa essas pessoas a buscarem ambientes onde eles já filtram o acesso a pessoas que têm estilos de vida, rotina e valores compartilhados de forma natural.
É comum ver grupos de adolescentes treinando juntos e, para a Smart Fit, isso tem um valor estratégico importante: quem treina em grupo gera mais matrículas, vai mais vezes à academia e desiste menos do que os adultos que treinam sozinhos. Com isso, ela constrói sua marca em cima da tendência de pertencimento que esses adolescentes já estavam construindo sozinha em outros contextos.
O mercado de wellness é formado pela indústria de suplementos, aplicativos de bem-estar e alimentação funcional integrados em um único ecossistema e vem crescendo cada vez mais. De acordo com o CEO do Strava, mais da metade da Geração Z pretende usar mais o app até 2026, e Smart Fit não quer ficar para trás nessa história.
A aba Social é a resposta para essa realidade. Uma pesquisa que fundamentou o lançamento indicou que 22% dos adultos não sabem como iniciar uma conversa com estranhos, e 45% dizem que interagem mais no mundo digital do que pessoalmente. O aplicativo, então, acaba com a dificuldade de engatar uma conversa do zero, ao criar um espaço fechado, moderado e contextualizado.
É comum ver grupos de adolescentes treinando juntos e, para a Smart Fit, isso tem um valor estratégico importante: quem treina em grupo gera mais matrículas, vai mais vezes à academia e desiste menos do que os adultos que treinam sozinhos. Com isso, ela constrói sua marca em cima da tendência de pertencimento que esses adolescentes já estavam construindo sozinha em outros contextos.
O wellness virou um estilo de vida e a Smart Fit quer ser a base disso
O mercado de wellness é formado pela indústria de suplementos, aplicativos de bem-estar e alimentação funcional integrados em um único ecossistema e vem crescendo cada vez mais. De acordo com o CEO do Strava, mais da metade da Geração Z pretende usar mais o app até 2026, e Smart Fit não quer ficar para trás nessa história.
A aba Social é a resposta para essa realidade. Uma pesquisa que fundamentou o lançamento indicou que 22% dos adultos não sabem como iniciar uma conversa com estranhos, e 45% dizem que interagem mais no mundo digital do que pessoalmente. O aplicativo, então, acaba com a dificuldade de engatar uma conversa do zero, ao criar um espaço fechado, moderado e contextualizado.
Com isso, eles podem demonstrar interesse adicionando uns aos outros antes de qualquer mensagem ser enviada. Um aluno que começa a treinar aos 15 anos com uma boa experiência percebe um valor na academia diferente de alguém que começou aos 30 só por conta de um desconto promocional e a Smart Fit está jurando que isso vai gerar uma fidelização no longo prazo. Será?
